Notícia | Política | Prisão do Senador Delcídio

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[25/11/2015, 21:37]  Hoje cedo o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) foi preso pela Polícia Federal por possivelmente tentar atrapalhar nas investigações da Operação Lava Jato.

Também foram presos o banqueiro André Esteves (Banco BTG Pactual) e o chefe de gabinete de Delcídio, Diogo Ferreira)

Em em uma ligação para o filho Cerveró, ele cogitou dar uma mesada de R$ 50 mil para que não falassem dele (senador) na delação premiada. Continuando o contato com o filho de Cerveró, Delcídio diz que caso (o pai) conseguisse sair com habeas corpus, ‘fugir’ pelo Paraguai era mais fácil.
Então, nesta quarta-feira, o Supremo Tribunal julgou hoje, em uma sessão extraordinária, que  Delcídio, conforme o artigo 53 da Constituição, membros do Congresso Nacional não poderiam ser presos, salvo o caso de ser preso em flagrante.

“Aviso aos navegantes: nas águas turvas, criminosos não passarão na navalha da desfaçatez e não passarão sobre juízes, não passarão sobre novas esperanças do povo brasileiro”, disse a ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha. 

“Na história recente da nossa pátria, [a sociedade] acreditou que uma esperança tinha vencido o medo. Na ação penal 470 [mensalão] vimos que o cinismo tinha vencido aquela esperança. Agora parece que o escárnio venceu o cinismo”… “Uma instituição séria da República, como o Senado, que já acolheu figuras como Rui Barbosa (…), não pode de qualquer forma ser comprometida por condutas absolutamente imorais de pessoas que não sabem honrar a República, que não toleram a democracia e que não respeitam os cidadãos brasileiros. A decisão [de prender Delcídio] não confunde imunidade com impunidade”, completou.

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Após a decisão do ministro Edson Fachin (STF), o Supremo mandou o Senado analisar a prisão em VOTAÇÃO ABERTA para ver se mantinha ou se revogaria a decisão da prisão do líder do governo (PT) na Casa. Renan Calheiros tentou, com uma manobra, que o voto fosse secreta. Teve início então uma pré votação, para saber se o voto seria aberto ou não. Perdeu, o voto aberto ganhou. E a decisão foi mantida, o senado ‘aceitou’ a decisão do STF.

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ATUALIZAÇÃO 25/11 AS 22:44

Os 13 senadores que votaram contra o STF (a prisão prévia do Senador). E o que se absteve.

1. Gleisi Hoffmann (PT PR)
2. Fernando Collor (PTB AL)
3. Donizetti Nogueira (PT TO)
4. Ângela Portela (PT RR)
5. Humberto Costa (PT PE)
6. João Alberto Souza (PMDB MA)
7. Jorge Viana (PT AC)
8. José Pimentel (PT CE)
9. Lindebergh Farias (PT RJ)
10. Paulo Rocha (PT PA)
11. Regina Souza (PT PI)
12. Roberto Rocha (PSB MA)
13. Telmario Mota (PDT RR)

Se absteve: Edson Lobão (PMDB MA).

ESPECIAL CNN: O que realmente está por trás das revoltas brasileiras?

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O Brasil está atualmente passando por um colapso generalizado de sua infra-estrutura. Há problemas com portos, aeroportos, transporte público, saúde e educação. O Brasil não é um país pobre e as alíquotas são extremamente elevados. Brasileiros não vêem nenhuma razão para ter essa infra-estrutura ruim quando há tanta riqueza que é tão altamente tributado. Nas capitais as pessoas passam até quatro horas por dia no trânsito, ou em seus carros ou transporte público lotado que é de muito má qualidade.

O governo brasileiro tem tomado medidas corretivas para controlar a inflação, cortando impostos e ainda não se deu conta de que o paradigma deve mudar para uma abordagem focada na infra-estrutura. Ao mesmo tempo, o governo brasileiro está se reproduzindo em pequena escala o que a Argentina fez há alguns anos atrás: evitar austeridade e impedir o aumento das taxas de juros, que está levando a alta inflação e baixo crescimento.

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Que não seja o problema de infra-estrutura, existem vários escândalos de corrupção que permanecem sem julgamento, e os casos que estão sendo julgados tendem a terminar com a absolvição dos réus. O maior escândalo de corrupção da história do Brasil, finalmente, terminou com a condenação dos réus e, agora, o governo está tentando reverter o julgamento, usando manobras por meio de emendas constitucionais inacreditáveis: uma, a PEC 37, que irá aniquilar os poderes de investigação dos promotores do ministério público (o equivalente brasileiro dos Advogados do Distrito), delegando a responsabilidade deinvestigação inteiramente à Polícia Federal. Além disso, outra proposta visa submeter as decisões do Supremo Tribunal Federal ao Congresso – uma violação completa dos três poderes.

Esses são, de fato, as revoltas dos brasileiros.

Os protestos não são meramente isolados, sindicalizados movimentos ou motins de extrema esquerda, como alguns da imprensa brasileira dizem. Não é uma rebelião adolescente. É a revolta da parte mais intelectualizada da sociedade que quer colocar um fim a essas questões brasileiras. O jovem nacional de categoria média, que tem sido sempre insatisfeito com o esquecimento político, agora "desperta" – nas palavras dos manifestantes.

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Fonte: CNN

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dentre tantas cidades do brasil.. mais de 30!!

Enquanto Lula fala Joaquim Barbosa trabalha. (desde 1975)

pra mim a manchete pra resumir tudo seria “Lula perde o controle e dispara para todos os lados para tentar se salvar”.

Tava lendo que o lula chamou seus nao apoiadores de ‘vagabundo’

e achei algumas noticias recentes como

Lula chama críticos de ‘vagabundos’ e diz que não será derrotado

PT conclama militância para sair em defesa de Lula

Lula diz que FHC preferiu ele a Serra e desafia PSDB

 

mas achei esse em especial abaixo

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COMO JOAQUIM BARBOSA TRAIU OS PLANOS DE LULA

Ao nomear o primeiro ministro negro para o STF, o ex-presidente tinha um plano: aplaudir a si mesmo pela quebra de um paradigma. Deu tudo errado e Joaquim Barbosa colocará o PT na cadeia. Esta é tese de José Roberto Guzzo na coluna “Ratos e homens”. Nem é preciso perguntar quem é o rato e quem é o homem na avaliação do jornalista do conselho da Abril

8 DE SETEMBRO DE 2012 ÀS 17:23

247 – Um dos criadores das revistas Veja e Exame, José Roberto Guzzo é hoje membro do conselho editorial da Editora Abril e o jornalista mais próximo do dono Roberto Civita. Neste fim de semana, ele publica uma dura coluna intitulada “Ratos e Homens”, em que fala do plano que Lula tinha ao nomear Joaquim Barbosa para o Supremo Tribunal Federal – e que deu errado. Leia:

“Ratos e homens”, por J.R. Guzzo

Quando o ex-presidente Lula indicou o nome do procurador Joaquim Barbosa para o Supremo Tribunal Federal, em 2003, aplaudiu a si mesmo por mais esse lance da genialidade política que lhe é atribuída.

Tornava-se, com isso, “o primeiro presidente deste país” a levar um negro à mais alta corte de Justiça do Brasil – o que não é bem assim, pois antes de Barbosa o STF teve dois ministros mulatos, já esquecidos na bruma dos tempos.

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O Petróleo é nosso! … ? parte 1

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Vargas determinou, em 1937, via Constituição outorgada, que somente brasileiros poderiam possuir ações de companhias petrolíferas e mineradoras. Nenhum capital estrangeiro poderia participar, nem tampouco o capital nacional pertencente a estrangeiro que residisse no Brasil. Adotou, ainda, medidas que estimulavam o processamento de óleo cru no Brasil, tornando a atividade mais vantajosa do que a importação de produtos refinados e editou três decretos:

1.declarando todos os campos petrolíferos a serem descobertos no território nacional, como propriedade do Governo Federal;

2.declarando o suprimento de petróleo nacional como atividade de utilidade pública, e estatizando a indústria de refinação;

3. criando o Conselho Nacional do Petróleo (CNP) para regulamentar e controlar toda a atividade petrolífera, da extração ao refino e comercialização dos produtos derivados.

Tentando diminuis a interferencia extrangeira, que falavam que não tinhamos campos de petróleo no Brasil só pra vender mais para nós.

Após a Segunda Guerra Mundial iniciou-se no Brasil um intenso debate sobre a melhor maneira de explorar o petróleo no país. O assunto era polêmico uma vez que envolvia diversos aspectos políticos, tais como a soberania nacional, a importância dos recursos minerais estratégicos, a política de industrialização e os limites de atuação das empresas multinacionais no país, e foi um dos mais marcantes na História do Brasil nas décadas de 1940 a 1960. Para debatê-lo, constituíram-se dois grupos com posições distintas: um que defendia a abertura do setor petrolífero à iniciativa privada, nacional e estrangeira, e outro, que desejava o monopólio estatal do petróleo.

A Petrobrás foi criada pela lei 2004 (03/10/1953), após longa e inflamada campanha popular, e instalada em 10/05/1954, para servir de base para a indústria do petróleo no Brasil e para exercer, em nome da União, o monopólio da exploração, produção, refino e comercialização do petróleo e seus derivados. Fez parte também de um ciclo histórico em que se visou montar as bases industriais brasileiras, pela criação de estatais nas áreas de metalurgia, siderurgia, estaleiros e petróleo. A empresa tinha como missão suprir o mercado interno com petróleo e seus derivados, através da produção nacional ou pela importação. O período no qual a Petrobrás exerceu o monopólio do petróleo em nome da União pode ser dividido em várias fases*

 

Em novembro do ano de 1995, em notável contraste ao que ocorrera durante a nacionalista campanha popular "O Petróleo é nosso", que culminou no Monopólio do Petróleo pela União e na criação da Petrobrás, após intensa campanha do Governo Federal aliado aos meios empresariais e com o maciço apoio da mídia, o Congresso Nacional aprovou a Emenda Constitucional nº 9, com o propósito governamental de atrair investimentos estrangeiros através da abertura do Setor Petróleo Brasileiro.

aqui tem um trabalho sobre a história do petroleo no brasil

 

*http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAEhgAF/historia-petroleo-no-brasil

 

parte 2 vai trazer a parte atual, essa introdução (que não expressa nenhuma opinião!) foi só pra entender sobre o ‘bordão’ do petróleo é ‘nosso’ que na teoria nos protegia da ‘tirania’ das petrolíferas do mundo a fora, só que hoje em dia ….

Adianta votar nulo?

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Você revolucionário de facebook, acha que é super ‘V de vingança’ jogar seu voto fora? Tudo bem, a princípio são argumentos plausíveis, mas no fundo, se você pensar bem, são, diria que, inúteis.

leia esses dois posts que peguei (de 2006), explicam bem.

 

“Decisão atual do TSE, não considera para anulação da eleição, o voto nulo pelo eleitor.

O Art. 224 do Código Eleitoral diz que se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais,  julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias.”

Mas o TSE entende atualmente que essa nulidade não inclui os votos nulos por “manifestação apolítica do eleitor“.

“Art 221. É anulável a votação:
I – quando houver extravio de documento reputado essencial;
II – quando for negado ou sofrer restrição o direito de fiscalizar, e o fato constar da ata ou de protesto interposto, por escrito, no momento;
III – quando votar, sem as cautelas do Art. 147, § 2º.
a) eleitor excluído por sentença não cumprida por ocasião da remessa das folhas individuais de votação à mesa, desde que haja oportuna reclamação de partido;
b) eleitor de outra seção, salvo a hipótese do Art. 145;
c) alguém com falsa identidade em lugar do eleitor chamado.”

Em seguida, o art 222 do Código Eleitoral informa que a votação viciada de falsidade, fraude, coação, interferência do poder econômico, além do desvio ou abuso de poder de autoridade, ou emprego de processo de propaganda ou captação de sufrágios vedado por lei, é passível de anulação.
Não fala aí do voto anulado espontaneamente pelo eleitor.
“Recentemente foi derrubado um dos mitos mais recorrentes da Internet no processo eleitoral de 2006.
Em julgamento no MS-3438, publicado no Diário de Justiça de 8 de agosto de 2006, que teve por relator o Ministro José Augusto Delgado, o TSE entendeu que para efeitos da aplicação do art. 224 do Código Eleitoral, não se inclui, in casu, o universo de votos nulos decorrentes de manifestação apolítica do eleitor no momento do escrutínio, seja ela deliberada ou decorrente de erro“.

Desta forma, concluímos ao leitor que, é completamente falaciosa e desprovida de fundamentação legal e jurisprudencial a alegação de que 50% ou mais dos votos nulos dados pelos eleitores anulariam o pleito sendo necessária a convocação de nova votação.”

FONTE

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VOTE NULO

• Votar é um ato de renunciar à própria liberdade. Não precisamos de líderes para nos impor leis e criar regras que limitam nossos direitos.

• A democracia se tornou um espetáculo de televisão. O eleitor escolhe candidatos como produtos. É preciso negar esse sistema.

• Não é possível mudar o sistema político por dentro dele. A política muda as pessoas, levando qualquer um à corrupção.

• Os candidatos são cada vez mais parecidos. A briga entre eles é falsa e serve para que ainda haja esperança na democracia e para que continuem no poder.

• Se o eleitor não está contente com nenhum candidato, tem o direito de anular. É uma escolha legítima como qualquer outra.

Política não é só voto, também é pressão e participação pública. As eleições sugerem que não há outra atitude política além do voto.

• Se o eleitor não conhece os candidatos, corre o risco de votar em corruptos. Portanto, sua melhor opção é anular.

NÃO VOTE NULO

• É claro que precisamos de líderes e representantes de nossas opiniões e desejos. Uma sociedade sem líderes seria anárquica e acabaria em barbárie.

• O voto nulo tem pouco valor como protesto, já que os políticos brasileiros não se importam com a opinião do eleitor.

• Mesmo se a maioria da população anulasse o voto, não haveria efeito nenhum, já que a Constituição considera apenas os votos válidos.

• A corrupção no Brasil está concentrada em alguns grupos. Basta evitá-los e conhecer bem os candidatos, para a política melhorar.

• Anular é uma atitude alienada, de quem não se importa com o rumo do país. Retirar-se da discussão é fácil, porém perigoso.

• A política não é só voto, mas ele é uma peça importante para decidir os rumos do país e não exclui outras formas de ação política.

• Se as pessoas conscientes anularem o voto, a eleição será decidida apenas pelos menos capacitados.

FONTE SUPERINTERESSANTE

 

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Apagar o passado

AFONTE

Pergunte a qualquer político porque entrou na política: provavelmente a resposta será que "queria trazer a mudança". E, de facto, mudanças há. Mas não forma como o Leitor poderia pensar.
Uma análise do Bureau of Investigative Journalism feita pelo diário The Independent revelou que os deputados e funcionários que trabalham na Câmara dos Comuns têm sido responsáveis ​​por cerca de 10.000 alterações nas páginas da enciclopédia online Wikipedia.
Quase um em cada seis deputados tiveram as páginas onine de Wikipedia alteradas a partir do Parlamento e dezenas forma as tentativas de apagar as embaraçosas consequências do escândalo das despesas de 2009.
Mas algumas alterações não têm nada a ver com o parlamento inglês. Uma é relativa a um plano para espionar as Nações Unidas, outra acerca dos snacks Pringles e foi também apagada a referência aos Países onde o incesto é ainda legal.
Todos os usuários de internet no interior do Parlamento inglês passam atravesso dois endereços IP: o sistema mantém um registo completo de todas as alterações feitas. E o quadro pintado é revelador.
Uma das tentativas mais persistentes e bem sucedida para editar as informações foi feita pelo deputado Joan Ryan. Pelo menos 10 tentativas têm sido feitas a partir de computadores no Parlamento para remover informações sobre as despesas de Ryan e mais de 20 para suprimir outras informações, algumas do seu círculo eleitoral de Enfield.
E, de facto, agora já não há nenhuma menção das despesas parlamentares de Ryan na sua página da Wikipédia.
Quando contactado pelo Bureau, admitiu ter alterado as informações:

Altero sempre o que houver de enganoso ou as informações falsas.

Falsas e enganosas?
Em 2009, o Daily Telegraph informou que Ryan tinha reivindicado mais de 4.500 Libras para trabalhos de casa no seu círculo eleitoral de Enfield , antes de mudar para um apartamento no sul de Londres. Ryan insistiu na altura que o dinheiro não era destinado à remodelação da nova casa de Londres: eram simplesmente despesas de trabalho. Pena só o parlamento não ter acreditado e a simpática Joan ficou assim obrigada a devolver o dinheiro mais juros.
Também outros parlamentares tentaram expulsar a história das despesas das páginas de Wikipedia. Como Clare Short, que na altura tinha recebido indevidamente 8.000 Libras de dinheiro público. Mas foi um mal entendido, como agora afirma.
A página de Fabian Hamilton foi editada porque, segundo ele, foi submetido a "uma campanha desleal, alvo pessoal dos seus adversários políticos que usaram despesas exageradas e informações falsas para tentar desacreditar o político. E acusa o Daily Telegraph de ter deliberadamente mal interpretado os dados. Hamilton devolveu o dinheiro. Com juros.
Num outro caso, seis foram as tentativas feitas ao longo de 2006 e 2007 para editar no Wikipedia um comentário dado por Philip Davies ao diário The Sun acerca de muçulmanos e actos de vandalismo:

Se há alguém que deve ser fo**do estes são os muçulmanos que fazem esse tipo de coisa.

Politicamente não muito correcto.
Mas outros utilizadores da enciclopédia livre prontamente reinserem cada vez a frase.
Abordado pelo Bureau, Davies nega o envolvimento:

Não, certamente não sou eu que remove ou pede alguém para fazê-lo. Quem sabe alguma coisa sobre mim sabe que eu não me importo do que as pessoas dizem sobre mim. Muito menos me preocupo com o que poderia dizer Wikipedia.

Um caso de edição involuntária?
Ipse dixit.
Fonte: The Bureau of Investigative Journalism

Aliados se mobilizam por nova CPMF

http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/artigo.aspx?cp-documentid=26221344

Os governadores da base aliada ao Palácio do Planalto deverão se mobilizar, a partir do ano que vem, para criar uma fonte de recursos para financiar a saúde. A ideia de instituir um imposto para custear a Saúde, em substituição à antiga Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), agrada à presidente eleita Dilma Rousseff.

A maioria dos dez governadores de oposição eleitos deverá, no entanto, resistir à criação de um novo tributo.

‘Não pretendo enviar um projeto recriando a CPMF. Mas tenho visto uma mobilização de governadores nessa direção’, afirmou ontem Dilma, durante entrevista coletiva. Mas ela se diz preocupada com a criação de novos impostos. ‘Eu tenho muita preocupação com a criação de impostos. Preferia outros mecanismos, mas tenho visto uma pressão dos governadores. É necessário que se abra um processo de discussão com eles’, disse.

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