CINEMA | CRÍTICA | DEADPOOL

7 / 10

Primeiro vamos com o guia para idiotas, que é só no wikipedia pesquisar, seu vagabundo preguiçoso.
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     “Deadpool foi criado por Rob Liefeld e Fabian Niciesa e apareceu pela primeira vez em 1991, como um vilão em New Mutants #98 (história que no Brasil saiu dentro de Os Fabulosos X-Men#584 em 1994). Foi inspirado no vilão da DC Comics Exterminador (Deathstroke), inclusive com seu nome parodiando o alter ego deste, “Slade Wilson”. Era originalmente um adversário dos Novos Mutantes e da X-Force.”
     “Wade Wilson, antes de ser Deadpool, era mercenario, e aceitava assassinar apenas aqueles merecedores da morte. Ele conheceu uma jovem prostituta chamada Vanessa Carlysle (também conhecida como Mímica) e se apaixonou por ela.”
     “Wade adquiriu seu fator de cura de Wolverine no projeto Arma X e teve seu câncer temporariamente detido, depois de se tornar cobaia desse programa de desenvolvimento super-humano administrado em parceria pelo governo americano e canadense.”

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     Okay, agora que você ja minimamente e intimamente (mais ou menos, ele adoraria mais) conhece ele. Vamos à magia!

     Não só no filme, mas nos quadrinhos também, Deadpool quebra a quarta parede. Ihhh ,quarta parede você já começa a reclamar já ouvi falar em algum vídeo já internet … Okay.. Vou lá buscar no google e vomitar na sua cara um pouco.
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     “O ato de derrubar a quarta parede é usado no cinema, no teatro, na televisão e na arte escrita, e tem origem na teoria do teatro épico de Bertolt Brecht, que ele desenvolveu a partir e, curiosamente, para constrastar com a teoria do drama de Constantin Stanislavski. Refere-se a uma personagem dirigindo a sua atenção para a plateia, ou tomando conhecimento de que as personagens e ações não são reais. O efeito causado é que a plateia se lembra de que está vendo ficção e isso pode eliminar a suspensão de descrença.”

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     UFA, foi um grande ctrl V aqui. Espero que não tenha desanimado com o texto.
Porra mas esse cara ta falando de teatro… Stanislavski.. THAFUCKK?? .. Okay, trarei para um filme clássico aaa não, lá vem falando de cinema francês, sueco, austríaco. CALMA, tenha fé em esse que vos fala. É o CURTINDO A VIDA ADOIDADO. Quando o malandro Ferrys Bueller (day off) mata a aula e vai curtir no centro da cidade com os amigos. Enquanto rola essa epopéia ele fala com os espectadores do filme. Um pouco diferente do que Brecht esperava, não elimina a suspensão de descrença, não torna o filme (história) menos crível, pelo contrário. Ao meu ver, te introduz na história como se você estivesse lá. Não só o DIA ADOIDADO, como DEADPOOL.

     A magia da quebra da quarta parede torna as piadas muito mais engraçadas. Como se você estivesse vendo elas ao vivo em carne e osso na sua frente. E isso o roteirista (e porque não, o diretor) fizeram direitinho (OK, o Ryan Reynolds também). Meu medo é que algumas piadas fiquem datadas em um certo tempo… Não? Me preocupo a toa? OK

Não estragarina surpresas de vocês.. (quebrando a parede) que pode não ser ninguém.. Ou alguém.. Que esteja lendo isso aqui, para não me fazer um esquizofrênico.
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Um bom filmes da Marvel, bem simplório com algumas falhas nas estruturas do roteiro. Ou seja, filme divertido. Ainda se compara com o Guardiões da Galáxia, mas é um filme bem divertido.

 

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