Pedágio Urbano


Estava eu, sábado de manhã, assistindo jornal quando surgiu dezenas de reportagens sobre desgraças urbanas, nada de novidade nisso, mas /porém / entretanto, foi a 1ª vez na história desse país que teve mais desgraças sobre carros, atropelamentos, batidas, transito etc. mais que reportagens de assassinatos ME DE IMBAGENS!!

Aí lembrei de um assunto que eu li a muitos anos e venho pensando, não vou me alongar pois esse blog ainda não é de textos opinativos de minha pessoa [ainda, um dia quem sabe, quando eu tiver saco]. bom e resumindo, acredito que pedagio urbano uma seria interessante alternativa. ‘vamo’ la!

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PEDÁGIO URBANO

 

segundo a super interessante de 2008 (que eu tenho aqui em casa) é:

“Diferentemente do pedágio rodoviário, um pedágio urbano não tem cancelas nem guichês. A conta, em geral, é registrada via radares eletrônicos e pode ser paga no mesmo dia (como uma tarifa de Zona Azul) ou ao fim do mês (usando a lógica do sistema Sem Parar). A idéia é taxar o motorista não só pelo uso da via mas pelo prejuízo que ele causa ao tirar o carro da garagem: como atrapalham todo o fluxo de bens e serviços, os congestionamentos custam a uma cidade como São Paulo cerca de R$ 33 bilhões ao ano. Algumas grandes cidades, como Londres e Estocolmo, já colocaram a idéia em prática. Na maior parte delas, os recursos arrecadados não são investidos nas ruas, mas em melhorias na qualidade do transporte público.”

comentario meu agora, até agora legal, o problema é investir no transporte publico, o metro que demora 8000 anos pra construir 1 linha amarela, e a roxa q vai de nada a lugar nenhum, segundo um amigo meu que mora na região. lembrando que a linha azul foi construida em menos de 2 anos de Jabaquara até Santana, isso na década de 70, NO BRASIL, se bobear no egito antigo tinha mais condições que aqui. mas enfim, voltarei a superinteressante

Como seria no Brasil?

O passo-a-passo da implantação do sistema em uma grande cidade brasileira

1. Sem parar

Sempre que o carro entrar em uma região pedagiada, um chip instalado no pára-brisa avisa as antenas pelo caminho. Em alguns países, o sistema é monitorado por câmeras.

Mais um imposto?

Sim. Mas, segundo os estudiosos, essa seria uma forma de mandar a conta apenas aos responsáveis pelo trânsito, e não a todos, como acontece hoje.

2. Lata de sardinhas

Quem não quiser pagar a taxa de cerca de R$ 4 vai procurar os ônibus e o metrô. De imediato, o sistema público de transporte ficaria sobrecarregado, piorando ainda mais a qualidade do serviço.

Qual é a opção?

Este é o maior problema: nenhum outro país carente de transporte público implantou pedágios urbanos. O Brasil seria a cobaia.

3. Sem milagres

Essa tarifa não seria suficiente para acompanhar o aumento da frota nacional, que cresce 3,8% ao ano. A médio prazo, o pedágio apenas manteria o trânsito como ele está hoje. Mas, nesse caso, não piorar já é uma boa notícia.

4. Investimento em metrô

A arrecadação de um ano de taxa seria suficiente para construir 12,5 km de metrô. Em tese, em cerca de 5 anos, o transporte seria capaz de acomodar a demanda causada pela implantação do pedágio.

5. Ex-motoristas

Com o o aumento da frota de ônibus e a expansão das linhas de metrô, mais gente se tornaria adepta do transporte público, reduzindo efetivamente o número de carros nas ruas.

6. Quase europeus

É nesse ponto que outros países costumam adotar o pedágio urbano – com transporte público abrangente e capaz de suportar um aumento imediato do número de passageiros. Se tudo correr bem, chegaríamos a esse ponto em cerca de 10 anos.

7. Custo/benefício

Neste estágio, carro será um artigo de luxo. Mas quem de fato precisar dele não vai ter do que reclamar: a redução de 15% no tempo da viagem e de 30% nos atrasos e a economia em freio, embreagem e câmbio podem compensar o investimento.

8. Apoio popular

A rejeição inicial ao pedágio não costuma durar muito. Em Londres, o prefeito Key Livingstone foi reeleito após implantar o sistema. Em Estocolmo o voto popular aprovou o pedágio provisório. A tendência é que pedestres e motoristas tenham melhores condições de locomoção, com redução nos índices de poluição e acidentes.

Fontes Thiago Guimarães, economista especializado em mobilidade urbana e autor do estudo Pedágio Urbano: Teoria e Prática (FEA-USP); Cândido Malta Filho, urbanista da USP.

No Brasil o buraco é mais embaixo. Apesar de o nosso trânsito ser digno das maiores metrópoles mundiais, o transporte público das grandes cidades brasileiras não chega aos pés do de países desenvolvidos. Ou seja, quem não quiser pagar para chegar de carro ao trabalho pode não ter alternativa. Mas os especialistas acreditam que vale pagar o preço do desconforto, físico ou financeiro. Essa seria uma medida de emergência capaz de, ao menos, refrear o aumento da frota das metrópoles brasileiras. “A cidade de São Paulo ganha 200 mil novos veículos por ano. Para manter o trânsito como está, seria preciso construir 50 quilômetros de avenidas de mão dupla, com 4 faixas de cada lado, anualmente”, diz o urbanista Cândido Malta Filho, da USP.”

bom, é isso aí, em são paulo, aonde eu moro, é um caos urbano, que tem como base as vias com seus carros, parece q a cidade está sendo adaptada ao carro e não inverso, carro tem que ficar na miúda, seria muito mais legal se tivesse ônibus, e não precisa ser esses gigantes, podem ter vários mini ônibus que passariam em mais frequência, e com o aumento de pessoas que usariam o transporte público por causa do pedágio urbano, levaria a uma queda nos preços das passagens, EM TESE lógico, pois se continuar nas mãos de empresas particulares você dificilmente você poderá cravar uma ação HUMANA deles, se tiver nas mãos do Estado, você terá mais certeza, e não por causa que eles são bonzinhos, muito pelo contrario, mas pelo menos o povo pode tirar o filhadamae do poder, ja com empresas particulares você não pode, tipo, AAA SAI DAÍ DONO DA (seilá) FORD.

outra coisa que pensei aqui foi, usaríamos menos o carro, certo? sim! e no texto diz sobre economizar freio e etc sobre o carro, pensei também na gasolina que economizaria em não usar tanto o carro, serviria e acredito que SOBRARIA até pra pagar a taxa.

acredito que algumas coisas só melhoram depois de mudanças drásticas, quando a desgraça já está feita e consolidada, principalmente.

esse é um caso, o outro é a legislação desse país bonito por natureza mas que beleza.. risos.

reportagens sobre PEDÁGIO URBANO (maioria em 2008/09)

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2003/10/031013_pedagioamt.shtml

http://www.nesobrazil.org/home/news-events/news-archive/holanda-testa-pedagio-urbano

http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL310044-5605,00-ESPECIALISTAS+APONTAM+PEDAGIO+URBANO+COMO+SOLUCAO+PARA+O+TRANSITO.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Tarifa%C3%A7%C3%A3o_de_congestionamento

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u429865.shtml

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u408294.shtml

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u407898.shtml

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u390050.shtml

 

estudos sobre o PEDÁGIO URBANO

http://www.ibtta.org/files/PDFs/Lucas_Livro%2BPED%C3%81GIO%2BURBANO.pdf

http://www.abramcet.com.br/Pesquisas/pesquisa_pedagio_urbano.pdf

 

 

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Um comentário sobre “Pedágio Urbano

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