Exercito americano pretende monitorar redes sociais


Interferindo em redes sociais e fóruns da internet, agentes do exército podem amenizar  manifestações contrárias aos Estados Unidos.

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SÃO PAULO – Militares americanos estão desenvolvendo um programa que irá manipular secretamente redes sociais como o Facebook e o Twitter. Por meio de perfis falsos, militares pretendem espalhar mensagens positivas em relação ao governo americano.

Uma empresa californiana foi contratada pelo Comando Central dos EUA (Centcom), que supervisiona as operações armadas dos EUA, no Oriente Médio e na Ásia Central, para desenvolver o que é descrito como um "serviço de gerenciamento online perfis". O programa vai permitir que um único oficial controle cerca de dez contas simultâneamente.

Para alguns peritos, o projeto é semelhante às tentativas da China de controlar e restringir a liberdade de expressão na internet.

Os críticos apontam que por meio de contas falsas os militares poderão acompanhar conversas de terceiros, monitorar opiniões e sufocar cometnários.Além disso, a decisão americana pode encourajar outros governos a fazerem o mesmo. 

O contrato do governo com a empresa desenvolvedora afirma que cada perfil deve ter informações convincentes, com detalhes pessoais, para evitar que sejam facilmente descobertas.

Para um porta-voz da Centcom, a ferramenta vai permitir ao Governo monitorar a atividades nas redes e em blogs a fim de conter a violência, atos extremistas e a propaganda negativa cometida contra os Estados Unidos.

fonte abril

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Buscando formas de influenciar conversas e fóruns online em todo o mundo (principalmente em países muçulmanos), o exército norte-americano acabou de adquirir um software que permite o “controle consistente” de até dez contas falsas. “Consistente” devido à virtualização de endereços físicos e criação de histórias completas dos personagens, elaborando uma identidade falsa com alicerces quase reais.

Desta forma, o CENTCOM (Comando Central dos Estados Unidos) pretende evitar que outros softwares ou administradores de redes possam identificar os fakes. Ou seja, cria-se uma nova identidade com históricos concretos para que seja possível interferir a favor dos Estados Unidos em fóruns que possam incentivar o ódio contra a nação e o povo norte-americanos.

Segundo informações passadas pelos jornais The Guardian e Washington Times, o CENTCOM não pretende utilizar este software em empresas norte-americanas, como o Facebook ou Twitter. O The Guardian afirma também que algo parecido já vem sendo feito há anos pelo governo israelense.

Facebook e twitter são as duas maiores rede sociais da atualidade, e não irão monitorar? Duvido muito!

Fonte: Baixaki

 

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